Por dentro da DataUnique.
14 anos operando sistemas que não podem parar — uma história que começou em Goiânia e hoje atende o Brasil inteiro.
De Prado Tecnologia a DataUnique.
A empresa começou em 2010 como Prado Tecnologia, prestando serviço de banco de dados a partir do quarto do fundador. Mudou de nome depois que ganhou um sócio, mudou de sede três vezes e passou de prestador de serviço a operadora de ambientes críticos.
Hoje são duas unidades — DataUnique Cloud, para sistemas críticos em cloud privada, e DataUnique DB, para bancos de dados e OCI — com um time de mais de 40 profissionais, dos quais 25 são especialistas em tecnologia.
O cliente típico é uma distribuidora, um atacarejo ou uma indústria de médio porte que roda um ERP cliente-servidor — Winthor, Protheus, Sankhya ou um legado — sobre Oracle ou SQL Server, com uma equipe de TI enxuta e uma operação que fatura todo dia. É o tipo de ambiente em que a lentidão de uma consulta vira caminhão parado no pátio.
Uma mesa no quarto
Saulo Prado entrou na PC Sistemas — hoje Totvs — em 2008, atrás de projetos mais complexos do que o atendimento a usuário doméstico com que tinha começado. Dois anos depois saiu para empreender por conta própria, com serviço de banco de dados Oracle.
A Prado Tecnologia nasceu no quarto dele. Os primeiros clientes vieram por indicação de ex-colegas da PC.


A primeira sede — e o telefonema
Em janeiro o negócio ganhou endereço: uma sala no centro de Goiânia. No mesmo período, quem havia sido contratado para ocupar a vaga que Saulo deixou na PC ligou para ele, querendo entender como era largar o emprego e empreender. Era Rogê Gonçalves.
Rogê também saiu da PC. Virou o primeiro colaborador da Prado Tecnologia, com salário base mais comissão por projeto entregue. Em março daquele mesmo ano, sócio.


A primeira sede, no centro de Goiânia, e o serviço que pagava as contas: banco de dados e infraestrutura. Nasce a DataUnique
Com a sociedade formada, o nome mudou. Nessa fase não havia divisão de áreas: os dois vendiam, entregavam, faziam o financeiro, o pós-venda, o administrativo e o que mais aparecesse.
De prestador de serviço em banco de dados e migração de dados, a empresa foi abrindo frente conforme as dores dos clientes apareciam — infraestrutura, servidores, segurança.

A casa da T-63
A segunda sede foi uma casa na Avenida T-63, no Anhanguera, com refeitório, sala de reunião, departamentos separados e sala de jogos. Tinha ping-pong, pebolim, videogame — e um almoço feito na casa que ficou conhecido no time inteiro.
Foi ali que os papéis se separaram. Saulo assumiu o comercial, focado em parcerias e na formação do time de vendas; Rogê passou a cuidar integralmente da entrega, da inovação e dos processos da equipe técnica.



A casa da T-63: a sala de reunião, a sala de jogos e o refeitório ainda em montagem. O ano em que o negócio virou gestão
Os fundadores passaram um ano inteiro em formação de gestão de pessoas e inteligência emocional. A empresa começou a ser conduzida de forma mais sistêmica, e as pessoas passaram a ser o centro da operação, não uma consequência dela.
É dessa época a maior parte dos rituais que seguem de pé: as rodas de gratidão de segunda e sexta, as reuniões de apresentação de resultado e o DataDollar, a moeda interna de reconhecimento.


A equipe em 2017 e o DataDollar, a moeda interna que trocava reconhecimento por prêmios numa lojinha. Walk Bueno Business
O maior salto de crescimento da empresa: praticamente dobrou de tamanho no ano. Junto veio a terceira sede — três salas alugadas no Walk Bueno Business, com projeto de engenharia, arquitetura e decoração feito do zero.


As três salas foram projetadas do zero — engenharia, arquitetura e decoração. A sede passa a ser nossa
Dois anos depois da mudança, as salas foram compradas. Deixar de alugar foi a conquista mais comemorada da empresa até hoje — e o sinal de que a operação parou de depender de contrato de terceiro para existir.
É de lá que os ambientes dos clientes são operados hoje — atendimento em horário comercial e plantão 24×7 para quem já é cliente.

A operação hoje, no Walk Bueno Business.
O que sobrou de tudo isso.
Práticas que sustentam o dia a dia da operação — algumas vêm das sedes anteriores, outras nasceram depois, sobre a mesma base.
DataPowerReconhecimento entre pares: qualquer um registra o que um colega fez de notável e marca quais valores aquilo refletiu. Ao longo do ano as indicações viram gamificações montadas sobre o C.R.E.M.E.
Rodas de gratidãoQuinze minutos às segundas e às sextas: um tema, e cada um manifesta o que tem a agradecer. Está de pé desde 2018.
Cultura do ensinoA pergunta que circula aqui é “o que você ensinou essa semana?”. Conhecimento que fica só na cabeça de alguém se perde; documentado, fica disponível o tempo todo.Empoderar organizações e impulsionar sonhos, sendo facilitadores digitais.
Valores · “C.R.E.M.E”- Cultura do Ensino
- Compartilhar conhecimento continuamente — ensinar, documentar e facilitar o aprendizado
- Respeito
- Tratar todos com consideração e equidade, em um ambiente inclusivo e colaborativo
- Encantamento
- Toda interação é uma oportunidade de gerar valor e superar expectativas
- Melhoria Contínua
- Buscar sempre novas maneiras de inovar e aprimorar processos, produtos e habilidades
- Empoderamento
- Senso de dono: assumir responsabilidades e tomar iniciativa para resolver
“A busca por excelência define o que fazemos, mas são as pessoas que nos tornam únicos.”
Autoridade construída no Brasil inteiro.
Há 14 anos, a DataUnique ajuda empresas em todo o Brasil a manter ambientes de TI mais seguros, estáveis e eficientes.
Com soluções sob medida em cloud, banco de dados, infraestrutura e segurança da informação, entregamos suporte especializado para negócios que não podem parar.

Venha fazer parte da nossa equipe.
Buscamos talentos apaixonados por inovação e excelência, prontos para crescer e fazer a diferença.
Quer conhecer a gente de perto?
Comece pelo diagnóstico gratuito do seu ambiente.